Ao PT e ao Brasil, falta Marcelo Déda

A chamada Grande Imprensa brasileira, voz dos maiores empresários da mídia, escanteados pelo PT, está comprometida com o silêncio daquilo que não lhe interessa divulgar ou, em alguns casos, destacar.

Falta o cheque de R$ 1 milhão da Andrade Gutierrez. Silêncio ensurdecedor!

É difícil entender como se defende a construção de aeroporto em área que nunca levou, nem levará, quase todos os brasileiros e turistas a lugar algum.

Também não dá para defender grão-petistas que, primeiro, construíram um projeto de poder, gostaram tanto dos milhões que viram – e bote milhões nisso -, que se esbaldaram na lama de uma riqueza intolerável.

O Brasil e os brasileiros não estão à procura de santo ou santa para governar o País.

Todos nós temos defeitos e enormes pecados, que se apresentam em costumes de nossa vida diária.

Mas o pecado tem limite, deve ter limite.

Pensando assim, brasileiros mostraram nas urnas que sabem separar corruptos de honestos, mesmo que estejam no mesmo partido.

Exemplo dessa distinção, dessa sabedoria de tantos brasileiros, foi a votação consagradora de Eduardo Suplicy para a Câmara Municipal de São Paulo, o mais votado vereador do País.

Eduardo Suplicy foi senador, é rico, é do PT, não é corrupto.

Exemplos como o de Suplicy, o Eduardo, nos fazem ter a certeza de que, de Sergipe, sairia o nome do PT, a esperança do Brasil: Marcelo Déda Chagas.

Em vida, teve seu nome citado várias vezes quando Lula era o presidente mais popular da História do País.

Mas era de Sergipe, tinha que aguardar mais. Talvez fosse preciso passar antes pelo Senado.

O câncer chegou primeiro.

Em vida eterna, maior que o câncer, igual à sua história, que nos faz ter a certeza diária de que nem todos são iguais, de que também na política não é honesto quem não quer, Déda é o nome que falta ao PT e ao Brasil.

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